A síndrome da fragilidade em idosos é algo muito complexo numa faixa etária de vida mais avançada. Por isso, é um tema muito pertinente para ser abordado. Mas antes, é importante contextualizar o aumento da expectativa de vida e a grande presença dos idosos na sociedade.

Nos últimos anos, a qualidade de vida da população tem melhorado significativamente. A mudança dos hábitos alimentares, a prática de exercícios físicos e os avanços das tecnologias voltadas para a área da saúde contribuíram para o aumento da expectativa de vida do brasileiro. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média de idade estimada para o brasileiro é de 76 anos. Para você ter uma ideia, na década de 60, essa média não ultrapassava os 54 anos.

Porém, o aumento dessa expectativa traz reflexos para diferentes áreas. Entre elas, o sistema de saúde, que deve estar preparado para receber e atender a população que está envelhecendo. Nesse contexto, os planos de saúde também são afetados, já que devem estar preparados para oferecerem serviços que atendam seus beneficiários, mas que tenham condições de manter sua competitividade.

O processo de envelhecimento

O envelhecimento é um processo de diminuição orgânica e funcional, algo que acontece inevitavelmente com o passar do tempo e para todos. Considera-se o envelhecimento como um fenômeno natural, mas que geralmente apresenta um aumento da fragilidade e vulnerabilidade, devido à influência dos agravos à saúde e do estilo de vida. O envelhecimento pode ser dividido em três dimensões: biológica, cronológica e social.

A síndrome da fragilidade em idosos

A síndrome da fragilidade do idoso tem sido conceituada como uma condição clinicamente diagnosticável, resultante do declínio das reservas fisiológicas e funcionais em diversos sistemas, proporcionando menor tolerância fisiológica e psicológica. Possui os seguintes aspectos:

  • É uma síndrome clínica; 
  • Indica aumento da vulnerabilidade aos estressores, acarretando prejuízos funcionais e aumento dos eventos adversos à saúde; 
  • Pode ser reversível ou atenuada por intervenções; 
  • Seu conhecimento é útil para planejamento e realização de cuidados primários.

Síndrome da fragilidade em idosos

Os principais sintomas da síndrome de fragilidade em idosos

  • Perda de peso involuntária;
  • Exaustão;
  • Fraqueza;
  • Diminuição da velocidade da marcha;
  • Diminuição do equilíbrio;
  • Diminuição da atividade física.

Como tratar a síndrome da fragilidade em idosos

A recorrência entre idosos é muito alta uma vez que hábitos alimentares, de atividade física regular e cuidados com o sono são negligenciados. O fator cultural também atrapalha, quando considera-se que doenças vão surgindo “por conta da idade”. Também temos recorrências maiores em classes sociais menos favorecidas.

Prevenção

Através dos cuidados preventivos com hábitos de vida saudáveis ao longo da vida, é possível prevenir a síndrome da fragilidade em idosos. 

  • Alimentação balanceada;
  • Boa hidratação;
  • Exercícios físicos regulares;
  • Sono adequado e reparador.

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Quais são os riscos

Os riscos estão na possibilidade de eventos traumáticos por quedas devido ao desequilíbrio e falta de coordenação motora, surgimento de doenças que acabam se tornando crônicas (hipertensão, diabetes), risco maior de AVC, doenças cardíacas e outras doenças orgânicas.

A relação da síndrome com o sono

O sono é um dos fatores básicos para a manutenção da saúde. Caso o idoso não durma adequadamente seu sistema imunológico ficará deficiente ocorrendo o surgimento de doenças oportunistas como pneumonias. Doenças como hipertensão e diabetes são influenciadas pelo sono, assim como a memória e a eliminação de radicais livres. Portanto um idoso com sono ruim perderá qualidade de vida e diminuirá sua expectativa de vida.

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